Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Arrumar e limpar para receber melhor

estaminé
O atelier anda em arrumações para que a partir da Primavera os visitantes possam ser recebidos com a máxima das honras.
estaminé
Mas entretanto trabalha-se.

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

33

33
Um número tão redondo e tão especial - diz que representa o magnetismo entre muitas outras coisas - só pode significar um ano marcante.

(Autocolantes da Djeco, tenho a agenda cheia deles)

Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Para os amores

Da vida, do mês , do dia ou do futuro!
é para os amores!

À semelhança do ano pasado Margapinta assinala Fevereiro com a edição de uma peça especial - neste caso três pulseiras que se podem usar separada ou conjuntamente. O que nelas se inscreve é pessoal, as frases, as palavras ou as datas são ditadas por quem as escolher até porque do amor dos outros eu não não sei falar.

é para os amores!

São feitas em cobre e fita de veludo com missangas bordadas. As contas centrais são sintéticas propositadamente - imaginei uma peça que pudesse ser usada todos os dias (até porque são leves) e nesse caso permitisse movimentos livres sem o medo de partir um vidro facetado que nela estivesse.

Estão na loja, na nova secção Write Me

Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Amigos II (e a navette)

designei-a de navette

Na continuação do post anterior, menciono de novo os amigos pela surpresa de me oferecerem tecidos de terras longínquas por onde passam e que por onde teriam, na certa, muito mais em que pensar do que em euzinha e na margapinta. Mas a verdade é que já aconteceu mais que uma vez. Numa dessas vezes fui surpreendida por este tecido maravilhoso sem o qual não conseguiria ter feito esta peça. A Joana é minha amiga e já me aturou tanto que eu acho que o lógico era esquecer-me, mas não, presentei-a-me :)

designei-a de navette

E agora sobre a pulseira que alcunhei de navette: É o resultado de mais uma encomenda difícil, sobre as quais já escrevi mais que uma vez.
Neste caso o único ponto de partida foi apenas o facto de que teria que ser pulseira. Solicitei cores para me orientar porque é sempre uma certeza de que o objecto não sairá completamente ao lado.

No fim da(s) peça(s) prontas tudo parece muito simples, mas o processo é intrincado e pouco linear: rabisquei, tentei desenhar, costurei, esmaltei, fiz enfiamentos, desmanchei e voltei a fazer tudo de novo, montei, embalei e fotografei. Pelo meio escolhi cores, escolhi tecidos, testei tamanhos, imaginei, re-imaginei e (importante) usei muito a paciência de quem me encomendou a peça que não será a mesma pessoa que a vai receber. A pulseira seguirá para o destinatário sem passar por quem encomendou e isto deixa-me orgulhosa pela confiança mas com responsabilidade acrescida. Pelo menos tentei que fosse embalada a rigor.