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Workshops de recriação de bijuteria

WRKS
As primeiras datas para os workshops já estão definidas. Na barra lateral do blog estará um link que dá acesso a esta página onde poderão consultar todas a informações sobre os mesmos.
Inscrevam-se, venham partilhar ideias, aprender e, acima de tudo, criar peças novas a partir de outras que já não estão a uso.

A cúmplice (aqui também)

A cúmplice (aqui também)
Antes de decidir a 100% que o workshop tinha pernas para andar, organizei uma aula piloto para que pudesse alinhavar e testar alguns pontos. Para essa aula tive o prazer de contar com a presença da cúmplice que aqui agradeço publicamente, da Inês (que não conhecia pessoalmente e que só depois do post percebi que era ela), a Maria João e a Renata. Foi uma tarde bem passada e o apoio destas pessoas foi fundamental para que tudo avançasse. Obrigado!

Recriar

exemploD

Há um bom tempo atrás desafiaram-me para dar um workshop de bijuteria. A ideia agradou-me mas o propósito achei que não era pertinente visto não ser especialista em nada apesar de saber fazer muita coisa (não só de bijuteria). Além disso já havia essa oferta e achei que quem quisesse podia encontrar facilmente várias opções.
O tempo passou mas a ideia não. Certo dia, ao reencontrar por acaso a Maria João, resolvi que era hora de voltarmos a falar do assunto com uma nova ideia e agora sim pertinente. E a ideia é tão simples como Recriação de bijuteria, ou seja, numa altura em que reciclar, reutilizar, reaproveitar ou costumizar são as palavras de ordem, faz sentido olhar para os objectos pessoais que guardamos na gaveta mas que já não usamos e perceber quais aqueles que poderão ganhar uma nova vida.
Trazer para fora do armário coisas que já não usamos mas que se guardam por um motivo qualquer e dar nova oportunidade de vida a esses objectos será portanto o objectivo do workshop.

E onde será? Na Cerâmica do Bairro Alto, uma loja lindíssima que merece ser vivida e conhecida.

A primeira data ainda não está lançada, mas será anunciada para breve, em todo o caso se estiverem interessados poderão entrar em contacto para saber pormenores e deixar o contacto.

exemploC

Deixo aqui ainda mais um pouco do texto que está no site sobre o propósito do workshop:
Recorrendo a técnicas básicas de joalharia, bijuteria ou outras, pretende-se recriar um acessório a partir de outro(s) existente(s), que já não se usa porque se estragou, porque já não se gosta ou porque já não faz sentido estar na gaveta.
Perceber as formas, as cores e os materiais dos objectos, olhar para estes de forma crítica no sentido de os reinterpretar, é o ponto de partida do workshop.
Não se quer o arranjo de uma peça, mas sim a transformação da mesma numa outra através do uso de diferentes materiais e técnicas - os/as que melhor se adequarem.
Em grupo e individualmente analisaremos os materiais disponíveis e a ideia do projecto a desenvolver. Cada participante poderá levar uma ou duas peças que tenha em casa (e poderá até já trazer a ideia de casa). Na sala existirão diversos materiais que poderão complementar a peça a transformar para que o leque de hipóteses seja mais alargado e feliz.
Será feita também uma pequena abordagem histórico/social e técnica sobre acessórios de moda, bijuteria e também joalharia
.

Contactos: Cerâminca do Bairro Alto, Rua Diário de Notícias, nº24 (Bairro Alto), 2ª a 6ª das 15h às 21h +351 213 469 576; galeria@ceramicabairroalto.com

Prenda

saco+mini
A alegria de oferecer um presente está, não só na cara de quem o recebe, mas também na de quem o faz, neste caso eu.

Repetição

sacos_mel
A repetição é um processo que pode cansar, é certo, mas dá-nos a hipótese de treino e com isso tentar melhorar os objectos e, talvez com algum esforço, atingir uma espécie de perfeição. Já fiz muitos novos sacos, mas continuo a achar que ainda não estão no ponto ideal. Resta-me continuar a tentar e aperfeiçoar a minha veia de costureira auto didacta.

sacos_mel_em_flor

Dela


duas saias, originally uploaded by Margapinta*.

Porque estes tecidos pediam mesmo uma saia cada um e porque, de vez em quando, tenho que ligar a máquina para fazer algo mais que jóias, ofereci-lhe há um tempo estas duas para o Verão. Agora aguardo força para fazer uma para mim, deste mesmo modelo que de tão básico não admite desculpas de não ser experimentado pelo menos uma vez na vida.
Os tecidos já os tinha há um tempão, daqui. Há um tempão porque obriguei-me a manter o meu arquivo fabril em stand by até usar muitos deles para mais projectos e com isso voltar a ganhar espaço nas caixas.

Nada de muito especial, mas é pele


A peça não traz novidade nenhuma, é um porta chaves que fiz, entre outros, para oferecer no Natal. Mas a base é em pele porque tenho muita curiosidade e vontade de trabalhar esse material. Infelizmente as máquinas que a costuram têm que ser mais xpto do que aquela que tenho e por isso pouco mais fiz que pequenas experiência que, apesar de tudo, não correram mal: a agulha não partiu, a velocidade pode ser normal pró lento e aguentou o remate de duas camadas de pele mais duas de fita. Naturalmente esta não é uma pele rija, é bem macia. Se alguém se quiser aventurar pode fazê-lo com segurança, mesmo com a máquina da amiga (que foi o que fiz no caso da imagem).

TPC 2


saco, originally uploaded by Margapinta*.

Um saco que não vou chamar de taleigo para não ofender o género, mas foi uma tentativa honesta. É para a escola também, mas não foi pedido, simplesmente quis fazer para lá ficar com a roupa suplementar e outras coisas que por lá ficam dela.

TPC


Na reunião de pais de início de ano foi-nos pedido para levarmos uma almofada para a criança que serviria para ela se sentar quando estão a ouvir histórias ou músicas.
Demorei a pôr mãos à obra, os outros miúdos já lá devem ter todos a respectiva, devemos ser quase as últimas, mas ao menos levamos uma coisa feita com muita vontade. Foi a minha primeira incursão oficial no mundo do patchwork, deu trabalho e desfiz várias costuras várias vezes, mas estou contente e espero que ela fique contente também, logo à noite, quando a receber. Os tecidos ela conhece porque os mostrei ao longo do processo e disse que seriam para a almofada, não percebeu nada mas vai perceber hoje. Nas costas usei ganga de várias calças (que já sabia que gostava do efeito mesmo que não tão estrelado) e na frente vários pedaços dos muitos tecidos que tenho. E cosi um B só para simbolizar ainda mais a coisa.
Da técnica do patchwork percebo muito pouco e devo ter cometido alguns erros (precisaria de um workshop aqui ou ali), mas serviu para ganhar coragem para projectos caseiros futuros.

Era já não é

Um ex-envelope
Chegou cá a casa pelo correio e em forma de envelope, mas rapidamente lhe coloquei duas asas para aproveitar o facto de o material ser resistente. Servirá para andar dentro da mala, dobradinho (é um A5), para a eventualidade de compras pequenas tipo lenços, perfumes, etc. que por qualquer razão não dão para colocar dentro da mala.

Costura


A ver se é desta que aprendo a costurar como gente grande.
Recebi o livro este fim de semana, vindo de casa da minha avó B. Ao que parece descobriu uma caixa com conteúdo desconhecido et voilá, lições para mim.
Mas não vou fazer patchwork. O post anterior foi apenas uma brincadeira de arrumações de roupa. Cada padrão corresponde a uma peça que povoa o meu armário... não me atrevo a desfazer nenhuma delas.

selos


Adoro selos e embora nunca os tenha colecionado não deixo de guardar os envelopes que vou recebendo.
Os CTT nem sempre têm séries bonitas, umas são bem desinteressantes a meu ver, mas há outras que apetece comprar e guardar, como é o caso da nova sobre as 7 Maravilhas de portugal. As próximas encomendas seguem com eles e com um das máscaras de Portugal a completar.